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2009

Posted by Antonio on quarta-feira, dezembro 31, 2008 in

Conceber na dúvida. Executar na Fé.





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Voltemos A Escola

Posted by Antonio on quarta-feira, dezembro 24, 2008 in
Claro como agua:

Tolerância: "Do latim tolerantia, constância a suportar, resistência; paciência". E de uma pessoa tolerante, diz-se que é alguém que suporta e que resiste. O verbo tolerar vem do latim tolerare, que significa levar, suportar um peso, um fardo, aguentar, sofrer, persistir, suster, manter e resistir.
Ser tolerante implica que se aceite que os outros pensem de maneira diferente de nós, sem por isso os odiarmos. Podemos ser tolerantes dentro do mesmo grupo, por exemplo, face aos pequenos defeitos e diferenças de carácter; ser tolerantes face aos que não pertencem ao nosso grupo; e tolerar as convicções e crenças dos outros que sejam diferentes das nossas.

Respeito: Tomar em consideração e preocupar-se com. Vem do latim respectare, que significa olhar para trás e estar à espera. É uma atitude que consiste em não prejudicar alguém ou uma coisa.

Quer isto dizer que tolerar não é amar, nem tão pouco, apreciar. Tolera-se aquilo de que não se gosta, mas que se é obrigado a aceitar e, na melhor das hipóteses, a compreender, para evitar o conflito e a violência. Estamos perante um valor necessário e importante, mas muito insuficiente.
Seria um valor suficiente, caso a nossa vida ética se limitasse ao cumprimento dos deveres, ao respeito pelos contratos e ao respeito pela regra de ouro, ou seja, da máxima "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti".
A tolerância é um valor estruturante do campo social da ética, ou seja do processo de ordenação e de hierarquização dos valores que norteiam o nosso relacionamento com os outros, com os grupos e com a sociedade. Não é, no entanto, um valor estruturante do campo pessoal da ética, ou seja, do processo de hierarquização dos valores que norteiam e ordenam as prioridades da nossa vida.
Comparada com o respeito, a tolerância não passa de uma valor de resistência, o qual não pode deixar de ocupar uma posição subordinada ao respeito. Ou seja, embora o respeito implique um uso equilibrado, isto é sem excesso e sem defeito, da tolerância, com o respeito estamos perante um valor activo, profundamente abrangente, estruturante tanto do campo pessoal como do campo social da ética e mobilizador de uma ética máxima norteada pela finalidade culminante do amor.

A tolerância obriga a respeitar a regra de ouro: "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Neste sentido, estamos perante uma ética do dever, deontológica portanto, que se limita a evitar fazer mal aos outros. Trata-se de uma polaridade meramente passiva.

O respeito, ao invés da tolerância, carrega uma polaridade activa, marcada pela preocupação com os outros e na qual vem impressa a indelével marca do amor. Neste caso, a máxima "abstém-te de fazer mal os outros" não é suficiente, porque ela é governada pela passividade. Ora, o respeito é governado pela actividade e é, por isso, que a máxima que melhor se lhe aplica é "ama o próximo como a ti mesmo".
É, por isso, que o respeito constitui uma virtude estruturante de uma ética do amor e da benevolência, de uma ética marcada pela mensagem e pela palavra de Jesus Cristo. O respeito é, portanto, uma virtude intermédia na longa e difícil travessia em direcção ao cume da vida ética: o amor.

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Para que possa acontecer

Posted by Antonio on segunda-feira, dezembro 22, 2008 in
Para que possa acontecer, chegamos então àquela estranha altura, onde tudo o que devemos fazer é não fazer absolutamente nada.

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Por Estes Dias

Posted by Antonio on domingo, dezembro 21, 2008 in
É Natal. E Eu Tenho O Melhor Pai Do Mundo.

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Pensamento

Posted by Antonio on sábado, dezembro 20, 2008 in
«O meu pensamento não cobre mais do que dez metros, contados desde o local onde me encontro; mais centímetro, menos centímetro, não mais» - No que me diz respeito: teria respeito por quem assim o dissesse.

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Normalissímo

Posted by Antonio on sexta-feira, dezembro 19, 2008 in
Afinal, este é um pensamento como qualquer outro, nada tem de ofensivo, disse, ao dar conta de que já o pensava há bastante tempo; talvez há dias. Ou há meses. Atrapalhou-se: no entanto, é verdade, podia ter pensado em coisas muito melhores.

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Há Dias

Posted by Antonio on terça-feira, dezembro 16, 2008 in
E eu que me levo tão a sério.

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Tic Tac Tic Tac..

Posted by Antonio on sexta-feira, dezembro 12, 2008 in

{ Entre } A.m e p.M o que marca a hora ?

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Filmes

Posted by Antonio on quinta-feira, dezembro 11, 2008 in

Esta câmara não filma sonhos. Nem o passado. Muito menos o futuro. Simplesmente. Apenas e só o presente.

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28 Anos

Posted by Antonio on quarta-feira, dezembro 10, 2008 in ,
Toda a minha liberdade. A minha memória. E o meu entendimento. Toda a minha vontade. Todas. Todas as minhas vontades. E tudo o que eu possuo. Permanece em Nós. Permanece em Nós.

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Faz-se Pagar Cara

Posted by Antonio on terça-feira, dezembro 09, 2008 in ,
Queria dizer que te amo como quem escreve uma notícia. Que. Te. Amo. Concisa e telegraficamente, como um óbito de pé de página, uma errata que pedisse desculpa, onde se lê deve ler-se, ou os resultados do totoloto. Queria contar a nossa história em duas linhas ou três, sem descrições polissilábicas ou excessos adverbiais; sem modo, lugar nem quando (até porque o nós somos só eu. Desculpa-me. Exagero. Sempre sem sair do lugar). Umas vírgulas, um ponto final e nada de exclamações, pois nunca o meu amor alguma vez te surpreendeu. Queria despachar-nos em três penadas, nuns rabiscos, num rascunho, com o traço grosso e grosseiro e, com o mínimo indispensável, subentender-te o sujeito, sem complementos nem predicados. Queria dizer que te amo sob a forma de uma ressalva, uma nota de rodapé, uma remissão para o índice ou uma nota do tradutor. E centrifugar as palavras, que são as muletas linguísticas que me amparam o sentimento, espremendo-lhes a adjectivação, os floreados e as figuras de estilo. Queria dizer que te amo e fazer, a propósito e quanto muito, analogias simples com elementos campestres, belos e unívocos, aligeirando assim o peso lexical que carrego e que disfarça o facto de a dor não carecer de outra explicação que o não te poder tocar. A dor traduz-se em poucas palavras e às vezes em nenhuma: quando se basta com um suspiro, com uns olhos que vagueiam por cima das coisas, mareando, ou com um nó górdio à boca do estômago. Mas a minha, como um herói do futebol moderno ou uma cantora pimba, é fiteira, chorona e queixinhas, enfeita-se com brilhos de mau gosto, gosta de dar nas vistas e faz-se pagar cara.

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Fluidez

Posted by Antonio on segunda-feira, dezembro 08, 2008 in
A forma do mundo depende do estado da nossa alma. A uma alma opaca o mundo aparece, e é, opaco; a uma alma subtil o mundo aparece, e é, subtil; a uma alma transparente o mundo aparece e é transparente. Para a alma do materialista ou hílico só há matéria e nem necessita de provas porque é assim que, com toda a evidência, o vê. Com toda a evidência. Para a alma do espiritualista ou pneumético o mundo é espírito e, pela mesma razão, nem necessita de provas. O mundo é apenas na relação; faz-se apenas na relação. À sua própria medida. Ninguém sabe o que é o mundo ali onde não há relação. Assim, à luz da alma de um homem, o mundo é o que é a alma do homem. Só quem tem a certeza disto é que pode compreender o que seja a fluidez do mundo - que é sempre na proporção da fluidez da alma. Da minha Alma.

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O som e o sentido

Posted by Antonio on sexta-feira, dezembro 05, 2008 in

"Roubas-me sempre os lençóis."

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