0
Posted by Antonio on sábado, abril 19, 2008 in ,

I Don´t Know Wich Way The Wind Will Take You. Who´s To Say What It Is That Will Break You ? I Don´t Know Wich Way The Wind Will Blow. But. It´s Just A Moment. A Moment. This Time Will Pass.


2
Posted by Antonio on sábado, abril 12, 2008 in , ,


0
Posted by Antonio on quarta-feira, abril 09, 2008 in

Always. Always. Reach For The Stars. So If You Fall. You Land On A Cloud.


0

Praticamente

Posted by Antonio on segunda-feira, abril 07, 2008 in ,
Se durante o processo de construção
O autor vos remeter para uma estrutura quase demente
É porque foi usado mais por demais coração
Condição absoluta no limiar do obstinadamente
Esculpindo frases ao sabor da inspiração
Revestidas por minimal batida envolvente,
Construindo fortalezas muralhadas de emoção
Provocando aqui e ali, a moralidade vigente
E se, de repente, o sonho ganha asas de vulcão
Derramando palavras e punhais principalmente
Requerendo seguramente mais que uma audição
O que é, por vezes, não existe, mas sim aquilo que se pressente
Após longas e repetidas noites de agitação
O resultado surge emergente
Esvai-se a permanente inquietação
Entretanto, Sobretudo, Praticamente

0

He Has A Dream!

Posted by Antonio on sábado, abril 05, 2008 in


A Vida: Martin Luther King nasceu em 15 de Janeiro de 1929 em Atlanta na Geórgia, filho primogénito de uma família de negros norte-americanos de classe média. O seu pai era pastor Baptista e sua mãe era professora numa escola local. Com 19 anos de idade Luther King tornou-se pastor baptista e mais tarde formou-se em teologia no Seminário de Crozer. Posteriormente fez uma pós-graduação na universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou.

Dedicou os seus estudos a temas relacionados com a filosofia de protesto não violento, inspirando-se nas ideias de Mahatma Gandhi. Em 1954 tornou-se pastor da igreja baptista de Montgomery, Alabama. Em 1955, Co-liderou o boicote aos transportes públicos de Montgomery, que começou com a recusa de
Rosa Parks em ceder seu lugar num autocarro para um cidadão branco se sentar. Durante meses, os negros deixaram de usar o transportes públicos, caminhando para se movimentarem ou utilizando os carros de amigos e vizinhos. O sacrifício valeu a pena e demonstrou a determinação da etnia negra nos Estados Unidos. Uma protestante chegou a declarar: "Não estou a andar por mim, mas sim pelos meus netos".

O boicote foi vitorioso. Luther King foi preso acusado de promover a desordem pública durante a manifestação, que terminou com a decisão do Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos que declarou ilegal a segregação racial nos transportes públicos. Foi assim que se iniciou a luta pelos
direitos civis nos Estados Unidos. Em 1957 ajuda a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização de igrejas e sacerdotes negros. King tornou-se o líder da organização, que tinha como objectivo acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos. No início da década de 1960, King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas. Ele organizou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos.

Em 1963 liderou um movimento massivo, "A Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, organizando manifestações efectuadas por eleitores negros, foi um protesto que contou com a participação de mais de 250.000 pessoas que se manifestaram em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos Estados Unidos. A não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. A sua bandeira. Foi preso diversas vezes. Neste mesmo ano liderou a histórica manifestação em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream".

Em 1964 foi premiado com o
Nobel da Paz. Os protestos continuaram vigorosamente, e em 1965 liderou uma nova marcha sobre Washington. Uma das consequências dessa marcha foi a aprovação da Lei dos Direitos de Voto de 1965 que abolia o uso de exames de literacia que tinham como intenção impedir a população negra de votar. Em 4 de Abril de 1968 King foi baleado e morto em Memphis, Tenessee, na varanda do seu hotel enquanto organizava uma manifestação em prol dos direitos dos trabalhadores que faziam a recolha do lixo de Memphis. Foi assassinado por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão. Em 1983, a terceira segunda-feira do mês de Janeiro foi decretada feriado nacional em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.'s.

Discurso de Martin Luther King, Jr. em Washington, D.C após a Marcha sobre Washington:




O discurso de Martin Luther King, pronunciado na escadaria do
Monumento a Lincoln, em Washington, ( onde eu já estive! ) foi escutado por mais de 250.000 pessoas de todas as etnias, reunidas na capital dos Estados Unidos. Após a «Marcha para Washington por Emprego e Liberdade». A manifestação foi pensada como uma maneira de divulgar de uma forma dramática as condições de vida degradantes dos negros no Sul dos Estados Unidos, e exigir ao poder federal um maior comprometimento na segurança física dos negros e dos defensores dos direitos civis.

Devido a pressões políticas exercidas pela Presidência dos Estados Unidos - ocupada na altura por John F. Kennedy -, as exigências a apresentar no comício tornaram-se mais moderadas, mas mesmo assim, foram feitos pedidos claros: o fim da segregação no ensino público, passagem de legislação clara no que respeita aos direitos civis, assim como de legislação proibindo a discriminação racial no emprego; para além do fim da brutalidade policial contra militantes dos direitos civis e a criação de um salário mínimo para todos os trabalhadores, que beneficiaria sobretudo os negros.

O Momento: «Que a Liberdade Ressoe!»

" Há cem anos, um grande americano (
Abraham Lincoln) sobre cuja sombra simbólica nos encontramos, assinava a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para terminar a longa noite do cativeiro. Mas, cem anos mais tarde, devemos enfrentar a realidade trágica de que o Negro ainda não é livre. em anos mais tarde, a vida do Negro é ainda lamentavelmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação.

Cem anos mais tarde, o Negro continua a viver numa ilha isolada de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana, estando exilado na sua própria terra. Por isso, encontramos-nos aqui hoje para dramaticamente mostrarmos esta extraordinária condição. Num certo sentido, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitectos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de independência, estavam a assinar uma promessa de que cada cidadão americano se tornaria herdeiro.





Este documento era uma promessa de que todos os homens veriam garantidos os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à procura da felicidade. É óbvio que a América ainda hoje não pagou tal promessa no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar este compromisso sagrado, a América deu ao Negro um cheque sem cobertura; um cheque que foi devolvido com a seguinte inscrição: "saldo insuficiente". Porém nós recusamos-nos a aceitar a ideia de que o banco da justiça esteja falido. Recusamos-nos a acreditar que não exista dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidades deste país.

Por isso viemos aqui cobrar este cheque - um cheque que nos dará quando o recebermos as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este lugar sagrado para lembrar à América da clara urgência do agora. Não é o momento de se dedicar à luxúria do adiamento, nem para se tomar a pílula tranquilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar reais as promessas da Democracia. Agora é o tempo de sairmos do vale escuro e desolado da segregação para o iluminado caminho da justiça racial. Agora é tempo de abrir as portas da oportunidade para todos os filhos de Deus.

Agora é tempo para retirar o nosso país das areias movediças da injustiça racial para a rocha sólida da fraternidade. Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este sufocante verão do legítimo descontentamento do Negro não passará até que chegue o revigorante Outono da liberdade e igualdade. 1963 não é um fim, mas um começo. Aqueles que crêem que o Negro precisava só de desabafar, e que a partir de agora ficará sossegado, irão acordar sobressaltados se o País regressar à sua vida de sempre. Não haverá tranquilidade nem descanso na América até que o Negro tenha garantido todos os seus direitos de cidadania.Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir as fundações do nosso País até que desponte o luminoso dia da justiça.

Existe algo, porém, que devo dizer ao meu povo que se encontra no caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça. No percurso de ganharmos o nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de actos errados. Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.Temos de conduzir a nossa luta sempre no nível elevado da dignidade e disciplina. Não devemos deixar que o nosso protesto realizado de uma forma criativa degenere na violência física. Teremos de nos erguer uma e outra vez às alturas majestosas para enfrentar a força física com a força da consciência.




Esta maravilhosa nova militância que englobou a comunidade negra não nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como é claro pela sua presença aqui, hoje, estão conscientes de que os seus destinos estão ligados ao nosso destino, e que sua liberdade está intrinsecamente ligada à nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. À medida que caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não podemos retroceder.

Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: "Quando é que ficarão satisfeitos?" Não estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos incontáveis horrores da brutalidade policial. Não poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados das fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso a um lugar de descanso nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade fundamental do Negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro no Mississipi não pode votar e um Negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar.

Não, não, não estamos satisfeitos, e só ficaremos satisfeitos quando a justiça correr como a água e a rectidão como uma poderosa corrente. Sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas dificuldades e tribulações. Alguns de vocês saíram recentemente de pequenas celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a vossa procura da liberdade vos deixou marcas provocadas pelas tempestades da perseguição e sofrimentos provocados pelos ventos da brutalidade policial. Vocês são veteranos do sofrimento criativo.

Continuem a trabalhar com a fé de que um sofrimento injusto é redentor.Voltem para o Mississipi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para a Luisiana, voltem para as bairros de lata e para os guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, esta situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero. Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.






Tenho um sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: "Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais".Tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade. Tenho um sonho que um dia o estado do Mississipi, um estado deserto, sufocado pelo calor da injustiça e da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.

Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia numa nação onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu carácter. Tenho um sonho, hoje. Tenho um sonho que um dia o estado de Alabama, cujos lábios do governador actualmente pronunciam palavras de ... e recusa, seja transformado numa condição onde pequenos rapazes negros, e raparigas negras, possam dar-se as mãos com outros pequenos rapazes brancos, e raparigas brancas, caminhando juntos, lado a lado, como irmãos e irmãs.

Tenho um sonho, hoje. Tenho um sonho que um dia todos os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos serão polidos, e os lugares tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor será revelada, e todos os seres a verão, conjuntamente.Esta é nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao Sul. Com esta fé seremos capazes de retirar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, ficarmos juntos em posição de sentido pela liberdade, sabendo que um dia seremos livres.



Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: "O meu país é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram os meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada localidade ressoe a liberdade".E se a América quiser ser uma grande nação isto tem que se tornar realidade. Que a liberdade ressoe então dos prodigiosos cabeços do Novo Hampshire. Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque. Que a liberdade ressoe dos elevados Alleghenies da Pensilvania! Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado! Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia! Mas não só isso; que a liberdade ressoe da Montanha de Pedra da Geórgia!

Que a liberdade ressoe da Montanha Lookout do Tennessee! Que a liberdade ressoe de cada Montanha e de cada pequena elevação do Mississipi. Que de cada localidade, a liberdade ressoe. Quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada aldeia, de cada estado e de cada cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção negra: "Liberdade finalmente! Liberdade finalmente! Louvado seja Deus, Todo-poderoso, estamos livres, finalmente!"

Eu Sou
MLK

0
Posted by Antonio on quinta-feira, abril 03, 2008 in
Who Are We Fooling ? Don't Need A Shrink But An Exorcist.

Copyright © 2009 Quase Todos Os Sentidos All rights reserved. Theme by Laptop Geek. | Bloggerized by FalconHive.