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Posted by Antonio on sábado, agosto 30, 2008 in
Era o tempo da palavra saída do estômago. O intervalo a trepar na folha o gosto do relâmpago. Enternecido o destino na humanidade na luz. E nós: Variante nossa (só nossa) a pasmar no branco do banco um estilhaço de sonho na camisola do vento. Esta é uma casa qualquer onde o instante é um espelho de ânsia a misturar os olhos.

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