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Posted by Antonio on domingo, agosto 24, 2008 in
Entornei-me de nudez e dei-te o flanco ás costas da pele e roubei-te o livro onde rasgavas memórias suspensas no escuro da minha solidão e trouxe-te suspensa no meu peito: E quando a noite amanheceu nos teus cabelos naveguei-te.Com a força do gesto fundo. Dancei contigo no pino das marés.Fui-te um silêncio.De ferro.E sol.E pó. De ouro. Floresces-me de nudez. Mesmo depois da vida. Sobretudo. Depois da vida.

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